"Quanto Pior, Melhor."
O Bicho do Mato

Natação e Costeira

É quase inviável usar a bússola para se orientar nadando, e é muito fácil girar nadando. Por isso, tente ao máximo fazer os trechos com uma boa orientação visual, e leve um lightstick à noite para que seus companheiros possam ver para onde ir. Atravessar seções curtas é raramente um problema, desde que levada em conta a correnteza; em Juquiá era razoavelmente forte e valia a pena nada um pouco rio acima para sair no lugar certo. Seções mais longas devem ser feitas com calma e buscando referências visuais, porque fica fácil errar; muitas vezes vale a pena nadar para o ponto mais próximo da margem, e encurtar o caminho andando a diferença. Nadar com sua roupa, comida, doze lightsticks, kit de primeiros socorros, headlamp, seis mosquetões, dois jumares, GPS, beacon e quatro pilhas tamanho AA9 é dificilmente uma atividade prazerosa, de forma que quanto mais curto, melhor.

A costeira é uma modalidade interessante, infinitamente perigosa, e que oferece razoável confusão para o navegador. Embora o sentido geral seja simples de ser seguido, e que oferece uma boa referência, é difícil optar entre se bater nas pedras caminhando, e se bater nas pedras nadando. Se existe uma trilha por uma seção da costeira, será infinitamente mais rápido do que nadar ou andar com todo o cuidado no costão, e vale a pena procurar uma se existe a possibilidade; no entanto, é provável que você seja forçado a se molhar (cair, se cortar e etc.) em alguma hora. Não esqueça e não seja inocente: LEVE SEU SACO ESTANQUE. Escolher entre nadar e andar pelas pedras depende muito do tipo de costa e da habilidade de quem estiver na sua equipe; nadar é um denominador seguro, porém lento.


[] [] []
Next: Mountain Bike Up: Orientação Multi-Sport Previous: Trekking
Christian Reis 2000-12-12