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Mais uma vez, cuidado com as vias marcadas no mapa. Primeiro:
elas são uma simplificação do caminho real, e a trilha que você segue
dará voltas e curvas que não estarão claramente descritas no mapa! A
trilha tem de seguir o sentido geral do que o mapa indica, e tem que
contornar o relevo e rios da forma indicada, mas nada impede que seu
sentido em um dado instante não seja o indicado pelo mapa.
Segundo, as trilhas mudam muito, caem em desuso, e são substituídas.
Plantações são exemplos bons de lugares onde ocorre com freqüência; tome
cuidado e entenda o sentido geral do deslocamento esperado, que é mais
importante do que a trilha em si. As atualizações que a organização dos
eventos fazem são em geral ainda mais simplificadas que as originais, de
forma que cuidado redobrado ao seguir uma; podem haver erros de
distância e sentido em trechos curtos. O sentido geral, no entanto,
costuma ser o correto, e o relevo oferece um apoio bom para
corroborá-lo.
No EMA 2000, o final da subida da Serra do Mar deixou muitas equipes perdidas, porque quiseram seguir a trilha nominalmente. Havia grande variação de altitude, e o caminho bifurcava em alguns momentos sem indicação clara no mapa. O correto era guiar-se pelo rumo e (o quanto fosse possível) pelo relevo; no entanto, muita gente achou que estava onde não estava e seguiu errado por horas.